O Anak Krakatoa voltou a apresentar atividade capaz de produzir imagens impressionantes no estreito de Sunda, entre as ilhas de Java e Sumatra. Emissões de cinzas e material vulcânico fazem parte do comportamento de um edifício que permanece ativo e monitorado.
O “filho” do Krakatoa
O vulcão atual cresceu na caldeira deixada pela grande erupção de 1883. O nome Anak Krakatau significa “filho de Krakatoa”. Desde que emergiu acima do nível do mar, no século XX, alterna fases de crescimento, erupções e colapsos.
Em 2018, parte do cone desabou no mar e gerou um tsunami devastador. Esse episódio mostrou que o perigo não depende apenas de explosões: instabilidade das encostas e deslocamentos de material também precisam ser acompanhados.
O que uma coluna de cinzas pode causar?
Cinzas vulcânicas reduzem a visibilidade, afetam a respiração, contaminam água, prejudicam plantações e representam risco para aeronaves. A altura e a direção da pluma são avaliadas pelas autoridades antes de qualquer restrição.
Imagens isoladas não determinam o nível de perigo. Distâncias de exclusão e alertas devem seguir somente os boletins oficiais da Indonésia.
Erupção no Anak Krakatoa: o filho do medo
Fontes consultadas
Esta reportagem foi redigida de forma independente a partir do cruzamento de informações meteorológicas. As previsões podem mudar; acompanhe os avisos oficiais.

