
O Brasil corre risco de tsunami no Atlântico?
A posição tectônica brasileira reduz o perigo, mas eventos raros exigem monitoramento e informação confiável.
Ciência explicada sem sensacionalismo: os mecanismos atmosféricos e geográficos por trás das notícias.

A posição tectônica brasileira reduz o perigo, mas eventos raros exigem monitoramento e informação confiável.

Falhas antigas e tensões intraplaca ajudam a explicar a sismicidade regional; a contagem não prevê um grande evento.

Sistema frontal favorece tempestades, vento forte e uma posterior queda de temperatura em ampla faixa do país.

Entenda os ingredientes para chuva intensa, raios, granizo e rajadas e como se proteger.

A mudança do tempo aumenta o vento e o risco de queda de galhos, destelhamentos e falta de energia.

Calor acima de 40 °C, ar muito seco e uma posterior mudança no Centro-Sul marcam a nova análise semanal.

Entenda como o ciclone extratropical organiza a frente fria e quais regiões devem sentir os principais efeitos.

Bahia, Rio Grande do Norte e Pernambuco concentram os registros analisados; entenda a sismicidade intraplaca brasileira.

Pedras de gelo de grande tamanho atingiram Reserva e outras cidades; entenda a formação e os riscos do fenômeno.

Registros na costa de São Paulo e do Rio de Janeiro e novos eventos em Minas reforçam o monitoramento sísmico.

A chegada do sistema aumenta o risco de tempestades, vento e granizo antes da queda de temperatura.

O domo de calor eleva as temperaturas e reduz a umidade a níveis críticos no interior do Brasil.

Bloqueio atmosférico produz riscos opostos entre o interior quente e seco e a Região Sul sob chuva persistente.

Evento raso gerou pequeno tsunami próximo à ilha de Flores; a agência indonésia encerrou posteriormente o alerta.

A tendência de dez dias mantém calor e seca no interior e concentra as instabilidades na Região Sul.

A análise dos mapas mostra ar polar no Sul e no leste do Sudeste, em contraste com calor e tempo seco no interior.

A sequência de eventos no Sul e o que significa a classificação F2, com vento estimado de até 200 km/h.

Como o aquecimento do Pacífico pode redistribuir chuvas, secas e calor pelo continente.

As imagens do GOES-19 e o processo de rápida intensificação de um ciclone extratropical.

Relevo, oceano, urbanização e sistemas atmosféricos explicam a grande variabilidade do tempo.

A instabilidade chega primeiro; na retaguarda do sistema, o ar polar derruba as temperaturas.

O frio de inverno volta ao Sul e ao leste do Sudeste, com marcas negativas e risco de geada.

O papel do relevo, do vento e da nebulosidade na ocorrência das menores marcas e da geada.

A análise da trilha de danos permite estimar a intensidade do vento e a categoria do fenômeno.